Sorte ou Trabalho?

Banner Post (7)

Por Carlos Delano Rebouças

Um colega chega para o outro e partilha algo positivo que aconteceu na sua jornada de trabalho. Fato que o deixou feliz pelo resultado que dará para a empresa na qual atuam.

Contudo, parece que tanto entusiasmo não teve a reação esperada, ou seja, o colega lhe deu um feedback, no mínimo, desanimador, e talvez preocupante em relação ao que se entende por unidade de equipe.

Ah, cara, como tu tens sorte! – Essa foi a reação que teve ao ouvir o entusiasmo do colega ao dividir um fato bacana ocorrido, cujos reflexos recaem não apenas para ele, mas também para toda a equipe.

Ante esse fato, não custa refletir sobre como somos injustos (ou covardes) com o trabalho. Esforçamo-nos diariamente para alcançar os objetivos, e, de repente, surge a sorte querendo os aplausos. Trata-se, para quem escuta, de algo desanimador, até mesmo porque pode passar a acreditar que se trata mesmo de um sortudo e não de alguém que trabalha muito e mesmo assim não é capaz de colher bons frutos.

Mas não devemos nos deixar levar pelo pessimismo de plantão, tampouco dar ouvidos àqueles que preferem reclamar a trabalhar, e quando colhem os frutos esperados, olham para a colheita do colega e dizem: “Que sorte, hein!”

Design sem nomeCarlos Delano Rebouças – Professor e Palestrante e Instrutor de vários cursos de formação profissional.   instagram.com/professor.carlosdelano/

Comments are closed.