Carlos Delano Rebouças – Profissional de Educação
Muitas empresas e gestores acreditam e fazem acreditar que a adoção de algumas medidas que parecem revitalizar o ambiente de trabalho, seu funcionamento diário, impactam positivamente na qualidade de vida dos colaboradores. Entendem que são suficientes para reduzir a sensação de esgotamento que se torna cada vez mais uma realidade no mundo corporativo.
Algumas empresas já aderem a algumas mudanças estruturais, como o fim das paredes separam setores e departamentos, novas mobílias e ambientes mais convidativos á socialização. São tentativas que até podem parecer, a princípio, eficazes; contudo, não tão eficientes quanto se pensa.
Outro dia vi um case de uma empresa, acredito eu se tratar de um modelo já aplicado por outras mais, de promover na segunda parte do último dia da semana de trabalho um momento diferente, que venha a ser, por exemplo, uma sessão de cinema com muita pipoca e refrigerante, uma rodada de pizzas e por aí vai. Calma! Tudo isso no local de trabalho.
Mas surge a pergunta: “Será que tudo isso, de fato, surte o efeito esperado?”
Há quem diga que de nada vale fazer um fechamento de semana desacelerado, se a cabeça de todos (de todos mesmo) está na segunda-feira e nas cobranças, nas metas e nos resultados que recomeçaam com ela, tirando o sono e gerando preocupação.
Entende-se que mudar precisa ir além do estrutural físico, deve ser visto e percebido na alegria, na satisfação do colaborador no pleno equilíbrio entre as vidas pessoal e profissional. Estranhe quando alguém vibra com a chegada do fim do expediente ou da semana de trabalho, ou com a aproximação das férias. Não é que tenha motivos para isso, não, mas que de alguma forma acende o sinal de alerta, sobretudo quando tudo pode parecer mais importante que o trabalho, de onde se tira o sustento e se constrói uma carreira profissional.
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Nem sempre ser o campeão é aquele que ergue o troféu na final.
Por Carlos Delano Rebouças – Professor Na vida, existem desafios, e o desejo de superá-los faz parte dos planos dos mais otimistas. A questão é se estamos ou não nesse grupo seleto de pessoas que acreditam, mesmo conscientes das nossas limitações. Há quem entre numa batalha como favorito; outros mais, apenas para participar. Cria-se uma -
Carlos Delano Rebouças – Professor Nem de longe é fácil encontrar para si o modelo ideal para ser visto como um grande profissional. Não existe receita de bolo para isso. Mais difícil ainda é falar sobre esse assunto e servir de referência para quem enxerga na gente (essa pessoa certa para aconselhar, para orientar) o -

O QUE A TURMA DO SCOOBY-DOO NOS ENSINA?
Carlos Delano Rebouças Não precisamos ser velhos para nos lembrarmos da turma do Scooby-Doo, até mesmo porque ultimamente ganhou uma nova versão, uma nova roupagem, bem a cara do público jovem. E como esse famoso desenho animado nos ensinou (e ensina) sobre a vida, não é? Em todos os episódios, a tensão predominava em função -

Será um Retrocesso Disfarçado de Evolução?
Embora haja quem não saiba precisamente, mas a humanidade levou cerca de 300 mil anos, desde o surgimento do Homo sapiens, para desenvolver um sistema formal de escrita. A comunicação escrita, em especial, como conhecemos hoje, apareceu há pouco mais de 5.000 ano, lá por volta de 3300 a.C.Surgida na Mesopotâmia, por volta de 3.500 a C., a escrita passou a ser uma das maiores e mais importantes “invenções” do homem, pois simboliza a sua evolução, assim como se trata de um dos recursos mais eficientes de manifestação cultural, bem como aproxima os povos e cria identidade.
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Quando Mudar Começa na Mentalidade
Carlos Delano Rebouças – Profissional de Educação Muitas empresas e gestores acreditam e fazem acreditar que a adoção de algumas medidas que parecem revitalizar o ambiente de trabalho, seu funcionamento diário, impactam positivamente na qualidade de vida dos colaboradores. Entendem que são suficientes para reduzir a sensação de esgotamento que se torna cada vez mais











