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Nova NR-1 transforma saúde mental em prioridade estratégica nas empresas

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Com a entrada em vigor da atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) desde o dia 26 de maio, o conceito de segurança do trabalho expande-se definitivamente. Mais do que uma obrigação legal, a gestão dos chamados riscos psicossociais — como sobrecarga, metas abusivas, assédio moral e lideranças disfuncionais — deixa de ser um “diferencial” da área de Recursos Humanos (RH) para se consolidar como critério objetivo de governança corporativa e continuidade do negócio.

A nova NR-1 estabelece o GRO (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais) como o sistema de gestão contínuo da empresa, exigindo que o PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos) deixe de ser apenas um “documento de gaveta” e reflita, na prática, o mapeamento e controle de riscos no ambiente laboral.

“A nova redação da NR-1 exige que aspectos ligados à organização do trabalho, às práticas de gestão e ao ambiente relacional devem ser tratados com o mesmo rigor técnico aplicado aos riscos físicos, químicos e biológicos. Na prática, as organizações serão obrigadas a identificar, mitigar e monitorar sistematicamente os gatilhos que levam ao adoecimento mental, integrando essa análise ao Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), se materializando como métrica de performance e compliance”, explica Delfino Mendes, Gerente de Operações do Grupo Brasfort. 

Nesse sentido, a principal mudança trazida pela norma é a reclassificação do risco psicossocial, que passa a ser tratado como risco de gestão. Isso significa que a responsabilidade recai sobre como o trabalho é organizado: se as metas são factíveis, se as jornadas são humanas, se existe um canal de denúncia que realmente funcione (com garantia de não retaliação) e, acima de tudo, o papel das lideranças, ou seja, se as lideranças estão preparadas para gerir pessoas sem provocar danos. Para se ter ideia, de acordo com um estudo recente, 35% dos líderes ainda desconhecem as diretrizes básicas da norma, evidenciando um abismo crítico entre a intenção estratégica e a execução na linha de frente. Nesse cenário, a transparência surge como o antídoto mais eficaz. 

Por fim, investir em saúde mental transcende a prevenção de multas. Trata-se de um sinal inequívoco de maturidade empresarial. Desse modo, ignorar o risco psicossocial é atentar contra a própria continuidade do negócio, até porque quando o colaborador está mentalmente exaurido, isto eleva a taxa de erros operacionais, provoca queda de produtividade e aumento de acidentes.

“As empresas que dominam essa agenda não apenas vão evitar multas, mas construir uma vantagem competitiva real, retendo os melhores talentos e garantindo eficiência operacional em um mercado cada vez mais volátil”, conclui Delfino Mendes, Gerente de Operações do Grupo Brasfort. 

Saiba mais sobre o Grupo Brasfort

Brasfort é um grupo brasileiro com atuação em facilities, segurança, segurança eletrônica, manutenção e demais serviços especializados, integrando tecnologia e processos para elevar a eficiência operacional, proteção de pessoas e patrimônios e transparência na gestão. Com presença multissetorial, a empresa está alinhada com as práticas ESG e entrega de resultados mensuráveis. Foi fundada em 1987, em Brasília, e conta com uma cartela extensa de clientes, seja na iniciativa pública ou privada. Emprega 7 mil funcionários no Distrito Federal e em outras Unidades da Federação, além de ser pioneira em seu segmento, ao implementar, em 2014, um programa de política de integridade, que estabelece princípios, diretrizes e funções de compliance em todos os níveis. Acesse o site e o perfil da Brasfort no Instagram @brasfortoficial.

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