
Carlos Delano Rebouças – Professor
Nem de longe é fácil encontrar para si o modelo ideal para ser visto como um grande profissional.
Não existe receita de bolo para isso. Mais difícil ainda é falar sobre esse assunto e servir de referência para quem enxerga na gente (essa pessoa certa para aconselhar, para orientar) o grande exemplo a se seguir.
Ao mesmo tempo que podemos sê-lo, somos falhos; e isso nos torna questionados se somos ou não mesmo capazes de deixar uma mensagem positiva, de plantar uma sementinha que vingue sob o regar da reflexão. Se vamos, realmente, ser vistos como essa referência para seguir uma nova rota, um novo caminho que outrora sequer se imaginava existir.
Por outro lado, a tarefa de influenciar parece ser simples, fácil, em tempos de redes sociais. Diversos se definem como locomotivas na vida de pessoas que passam a segui-los, tão somente por acreditarem que estão plenamente preparados para guiá-los conforme suas convicçoes.
É exatamente aí que nasce o impostor, que bem mais que ludibriar com falsas promessas e inverdades, desconstrói a imagem de quem vai na contramão de tudo que decide fazer. É mais ou menos como uma raposa que não consegue alcançar as uvas, devido à altura da árvore, e adota o discurso de dizer que não as quis por serem azedas, amargas.











