Um estudo global da consultoria PwC, divulgado no último dia 13 de abril, revela que uma pequena elite corporativa está capturando três quartos dos ganhos econômicos gerados pela inteligência artificial. O relatório aponta que o diferencial dessas organizações é o foco na reinvenção de modelos de negócio. O grupo se destaca ao preterir simples cortes de custos em favor de uma transformação estrutural.
Reinvenção de modelos
A pesquisa indica que as lideranças dessas empresas têm 2,6 vezes mais chances de reinventar seus negócios com o uso da tecnologia. Em vez de apenas adicionar ferramentas digitais aos processos antigos, essas companhias redesenham fluxos de trabalho completos para maximizar a eficiência.
“O sucesso não vem apenas da automação, mas da capacidade de criar novos fluxos de valor”, afirmou um dos analistas responsáveis pelo levantamento.
Impacto nos salários
O uso estratégico da tecnologia também reflete na remuneração dos colaboradores. Segundo a PwC, observa-se um prêmio salarial de 56% em funções que integram a inteligência artificial nas rotinas produtivas.
Os dados reforçam a tendência de valorização de profissionais que dominam as novas ferramentas:
- Foco em crescimento e inovação supera a busca por produtividade básica;
- Empresas líderes redesenham processos em vez de apenas implementar softwares;
- Especialistas em IA recebem salários significativamente maiores que a média de mercado.
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