- Para o estrategista do Santander, a classe se mantém no destaque das indicações
- Mas pondera que há oportunidades para diversificação, mesmo com os juros mais altos
■ NOTA À IMPRENSA, março 2025 – Como esperado, o Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou a taxa de juros em 1 p.p, para 14,25% ao ano, e sinalizou em comunicado que prevê ajuste na próxima reunião, mas em menor magnitude. A expectativa do Departamento Econômico do Santander é de que a Selic alcance o patamar de 15,50%, considerando como fim de ciclo do aperto monetário. Com esta decisão, o que fazer com os investimentos?
De acordo com Arley Junior, estrategista de Investimentos do Santander, a Renda Fixa segue à frente de outros investimentos nas indicações, mas, muito além disso, há oportunidades para o investidor apostar na diversificação da carteira. “Mesmo diante de um contexto de incertezas domésticas e de volatilidade geopolítica no exterior, temos observado algumas oportunidades de preços em outros investimentos, que podem buscar uma rentabilidade mais atrativa, com risco adequado ao perfil do investidor”, diz o especialista.
Diante de um cenário mais desafiador para os mercados, os níveis de taxas dos títulos prefixados e atrelados à inflação se mantiveram elevados, e Arley indica que é um bom momento para alocação. Para ele, tanto os títulos públicos, como as NTN-Bs e LTNs, como os títulos privados, como CRI, CRA e Debêntures incentivadas continuam com taxas acima da média histórica.
Na Renda Variável local, o estrategista avalia oportunidades, mas com cautela. “Ainda que tenhamos observado uma alta recente, com a taxa de juros em patamares mais elevados, o mercado de ações tende a ter um maior desafio de performance, porém é importante considerar que a escolha das ações faz muita diferença na hora de montar a carteira. É importante não olhar única e exclusivamente o índice e, sim, setores e empresas, sempre contando com a experiência de um especialista”, afirma Arley.
Por fim, o estrategista do Santander reforça a importância de complementar a carteira com investimentos no exterior. “Um portfólio bem estruturado e diversificado é composto por investimentos globais, que ampliam as oportunidades de retornos elevados, podendo participar dos resultados das maiores empresas do mundo, além de contribuir para a diluição de risco da carteira”, recomenda.
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