A Comissão de Trabalho da Câmara avança com projeto que multa empresas por demissões com motivação ideológica.
🔴 O que está em jogo?
No dia 9 de julho, a Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados aprovou uma proposta que prevê penalidades financeiras para empregadores que apliquem sanções trabalhistas baseadas em motivos ideológicos. A multa estabelecida é de cinco vezes o valor do salário do trabalhador afetado, podendo dobrar em casos de reincidência.
🔴 Detalhes da proposta
A proposta busca modificar a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e define motivação ideológica como atos que envolvem ameaça, coação, ou práticas que não estejam relacionadas ao trabalho por conta de convicções religiosas, filosóficas ou políticas do empregador.
🔴 Vozes do Congresso
A relatora Erika Kokay (PT-DF) destacou a importância da medida: “É inconcebível que empregados sofram quaisquer penalidades por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política.” O projeto original, de autoria do deputado Helder Salomão (PT-ES), previa até detenção e multas mais severas, mas Kokay optou por ajustes para evitar questões de inconstitucionalidade.
🔴 Impactos e expectativas
Especialistas acreditam que a inclusão dessa punição na CLT, ao invés do Código Penal, pode facilitar a aplicação da lei e garantir mais proteção aos trabalhadores. Empresários do setor têm expressado preocupações sobre possíveis efeitos negativos na gestão de equipes, mas muitos reconhecem a necessidade de ambientes de trabalho mais inclusivos.
🔴 Próximos passos
Agora, a proposta segue para análise na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de ser votada no Plenário. Para se tornar lei, ela precisa ser aprovada tanto pela Câmara quanto pelo Senado.
Redigido por Falando de Gestão com informações da Agência Câmara Notícias
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