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Seguro viagem para gestantes requer atenção especial

Seguro viagem para gestantes requer atenção especial

O aumento das viagens de férias e a popularização do babymoon, a viagem feita pelo casal antes da chegada do bebê, têm colocado o seguro viagem para gestantes no centro do planejamento de embarques nacionais e internacionais. O movimento acompanha a expansão do transporte aéreo no país: entre janeiro e novembro de 2025, o fluxo de passageiros entre o Brasil e o exterior somou 25,8 milhões, o maior volume para o período em 25 anos, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Nesse cenário, a Vital Card recomenda que a futura mãe verifique com atenção as condições do seguro antes da sua contratação, já que as regras variam de acordo com cada seguradora e com o estágio da gravidez.

Um dos diferenciais da Vital Card, segundo a empresa, é a cobertura para situações relacionadas à gravidez até a 32ª semana de gestação, conforme as condições do seguro. A cobertura para despesas médicas relacionadas à gravidez está incluída na cobertura de despesas médicas e hospitalares (DMH). Assim, por exemplo, se a viajante contratar US$ 40 mil de cobertura de DMH em uma viagem internacional, eventuais despesas relacionadas à gravidez serão cobertas dentro desse mesmo limite de US$ 40 mil, conforme as condições contratadas. A cobertura não inclui despesas com parto.

De acordo com a empresa, o primeiro passo é confirmar se o seguro cobre atendimentos relacionados à gravidez, qual é o limite de idade gestacional aceito, o valor da cobertura médica, as exclusões previstas no seguro e os canais de assistência disponíveis. Essa verificação prévia pode evitar surpresas em caso de emergência durante a viagem.

A idade gestacional é um dos fatores que mais influenciam a contratação, conforme informado pela Vital Card. O termo se refere ao tempo de gravidez, geralmente contado em semanas. No caso da Vital Card, o limite informado para a cobertura relacionada à gravidez é de até 32 semanas, conforme as condições do seguro.

As condições de cobertura podem variar entre as seguradoras. No caso da Vital Card, o que muda conforme a opção contratada é o valor da cobertura médica: os limites de DMH disponíveis são de 10 mil, 20 mil, 40 mil, 80 mil e 160 mil, em dólares ou euros nas viagens internacionais, conforme o destino, e em reais nas viagens nacionais. A cobertura relacionada à gravidez segue dentro do limite escolhido pela viajante. Entre os pontos que devem ser verificados antes da viagem estão as regras para gravidez em estádio avançado, gestação de risco, parto, atendimento ao recém-nascido e despesas neonatais.

Em destinos internacionais, a Vital Card alerta que a atenção deve ser redobrada: para brasileiros isentos de visto em viagens curtas, o seguro é recomendado, mas não é uma exigência geral. A exigência está ligada, especificamente, à solicitação do visto Schengen, com cobertura mínima de € 30 mil.

Aspectos gerais de coberturas e exclusões

Entre as proteções consideradas essenciais para gestantes, a empresa destaca as despesas médicas e hospitalares, o atendimento de urgência e emergência, o traslado médico, o regresso sanitário e a assistência 24 horas.

Por outro lado, itens como consultas de pré-natal de rotina, procedimentos eletivos, parto programado e situações fora das condições previstas no seguro normalmente não estão incluídos nos planos.

Os erros mais recorrentes na contratação, segundo a empresa, são escolher o seguro apenas pelo preço, não conferir o limite de idade gestacional coberto e não ler as exclusões do contrato. Para evitá-los, a orientação é comparar planos, confirmar as regras junto à companhia de seguros e contratar uma cobertura compatível com o perfil do viajante e com o destino escolhido.

Em viagens internacionais, o custo de um atendimento hospitalar pode ser elevado, o que reforça a importância de um limite de cobertura médica adequado ao país visitado.

Segurança e tranquilidade durante a viagem

Para quem pretende viajar nos próximos meses, a recomendação da Vital Card é contratar o seguro com antecedência, conversar com o médico antes do embarque, verificar as regras da companhia aérea, escolher um plano adequado à idade gestacional e levar documentos médicos básicos.

As companhias aéreas têm regras próprias de embarque para gestantes, que costumam incluir a apresentação de carta médica liberando a viagem em estágios mais avançados da gravidez, por volta do sétimo mês, com critérios que variam de empresa para empresa.

A empresa também orienta salvar os contatos da central de assistência para acioná-la rapidamente, caso seja necessário atendimento durante a viagem. Manter o seguro e os relatórios médicos acessíveis, em versão impressa ou digital, também facilita a comunicação com hospitais e com a central de assistência no exterior.

Com o planejamento correto, a gestante pode viajar com mais tranquilidade e segurança, tanto em destinos nacionais quanto internacionais. A comparação entre seguros, a leitura das condições gerais e a adequação da cobertura ao estágio da gravidez são medidas simples que reduzem riscos e garantem suporte em eventuais imprevistos.

Para mais informações, basta acessar: https://www.vitalcard.com.br/blog/seguro-viagem-para-gestantes

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