Qual a real necessidade de se comunicar bem?

Professor Carlos Delano

Professor Carlos Delano

Por Carlos Delano Rebouças – Educador profissional | Revisor de textos |Facilitador de curso

Sei que pode não se tratar de indagação feita por muita gente essa que figura no título deste texto. Disso temos certeza. Sabemos também que mais difícil que fazer essa pergunta a alguém é de direcioná-la a si próprio. E o problema reside nessa questão.

Quando o questionamento surge, é sinal de que algo chamou a atenção e que há (ou houve) razões para isso. Será que foi uma necessidade percebida diante de um alerta? Será que se deu após ter sido vítima do impiedoso preconceito linguístico? Ou quem sabe foi porque a ficha caiu naturalmente diante de inúmeros insucessos na carreira, sem nunca ter notado que um dos grandes responsáveis foi a sua capacidade comunicativa?

Há quem não dê ouvidos aos alertas de parentes, amigos, colegas e profissionais da área. Há, inclusive, quem sequer conta no dia a dia com pessoas capazes ou propensas a fazer isso. Na verdade, na ausência dessas duas condições, ser vítima do preconceito linguístico pode nem ser percebido tampouco pode acarretar na conscientização de que precisa acordar para esse questão. É um mergulho profundo em um desconhecimento sem dimensionar as suas consequências.

Mas quando acontece o despertar e com ele nasce (ou renasce) o desejo de mudar, inevitavelmente se começa a enxergar a força e o poder da comunicação, bem como os reflexos de sua excelência na carreira profissional. Valores são descobertos; competências, bem mais fáceis de serem identificadas; e habilidades, trabalhadas em conjunto porque as relações interpessoais se desenvolvem e melhoram. E não duvidem de tantos outros benefícios que a comunicação de excelência pode proporcionar.

E tudo isso pode acontecer na sua, aliás, nas nossas vidas. Para isso, precisamos acima de tudo ter consciência da necessidade de nos comunicar bem; da necessidade de conhecer um pouco mais da norma-padrão da língua; e da necessidade também de organizar o nosso texto, o nosso discurso, conforme os recursos que temos à disposição.

Até poderia ser mais prolixo neste nosso texto, contudo prefiro apenas suscitar em cada leitor o desejo de avaliar cada trecho seu que possa parecer interessante, ou mesmo permitir que se estenda na sua análise, na sua plenitude, fazendo deste escrito um divisor de águas em sua vida.

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