Atente-se aos vícios de linguagem

Professor Carlos Delano

Por Professor – Carlos Delano Rebouças – Educador profissional | Revisor de textos |Facilitador de curso

Pode parecer bobagem para alguns o uso frequente e incontrolável dos vícios de linguagem, sim, mas para outros, muitos outros mais exigentes com relação ao respeito à norma culta da língua portuguesa, trata-se de algo bastante prejudicial para o processo de comunicação, algo que impacta negativamente na imagem do interlocutores, sobretudo do emissor quando na sua vez de falar, sem nos furtar de dizer que interfere bastante na compreensão da mensagem por se transformar em um ruído que se torna protagonista, chamando bem mais a atenção que a mensagem a ser transmitida.

Além de todos os prejuízos para o processo de comunicação, inevitavelmente respinga na sua imagem pessoal e, principalmente, na profissional. Gera-se, de fato, desconfianças sobre o nosso nível de inteligência, sobre a qualidade de nossa formação escolar (acadêmica), assim como do nível do profissional que somos de verdade. Em outras palavras, cria-se um rótulo negativo de alguém que apenas peca no exagero do uso de determinados vícios , situação comum em muitos de nós falantes da língua, independentemente do nível social ou cultural.

Sendo assim, para que não sejamos vítimas do preconceito linguístico, como sugestão, peço que experimentem ouvir-se a fim de observar essas falhas da comunicação que ganham o nome de vícios, e a partir de uma análise e reflexão iniciar um processo vigilante para, a princípio, minimizá-los, ou ainda melhor, eliminá-los de vez do seu discurso diário.

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