Série – A fé nos Negócios: José do Egito, um exemplo de providência

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A fé nos Negócios

 

A história de José deve ser interpretada neste momento como sendo um sinal que devemos sempre economizar para poder enfrentar períodos de “vacas magras” como diz o ditado popular.

Por Pedro Paulo Morales

José do Egito foi o décimo primeiro filho de Jacó citado no antigo testamento, em Genesis 37. José era nascido do Raquel, mulher preferida de seu pai. Por esse motivo deus irmãos tinham inveja dele e na primeira oportunidade o venderam como escravo para mercadores ismaelitas.

José foi vendido pelos ismaelitas para Potifar, oficial do rei do Egito. Na casa de militar egípcio estudou com um escriba, se desenvolveu e acabou conquistando a confiança do seu senhor a ponto de se tornar administrador da sua casa. A esposa de Potifar com o tempo começou a assediar José para que ele se envolve-se com ela. Mesmo tendo resistido a sedução da mulher de Potifar, José foi acusado injustamente de abuso e terminou preso.

Na prisão, José continuou seus estudos sobre política ao mesmo tempo que ficou conhecido como intérprete de sonhos. Uma vez ao decifrar o sonho de dois copeiros chefes do Rei do Egito que estavam presos por conspiração José adivinhou o sonho dos dois copeiros onde um voltou a servir Faraó e outro foi enforcado.

Faraó teve um sonho estranho onde via subir do Rio Nilo sete vacas gordas e em seguida outras sete vacas magras, que devoravam as sete vacas gordas. Impressionado com esse sonho Faraó mobilizou todos sábios do seu império para encontrar alguém que decifrasse seus sonhos. O Copeiro lembrou de José e Faraó logo mandou chamar o intérprete de sonhos.

José ao interpretar o sonho disse que as sete vacas gordas eram sete anos de fartura e as sete vacas magras eram anos de dificuldades, fome e doenças.

Faraó ao constatar que José havia interpretado nomeou José governador de todo o reino. Como governante José, que durante o tempo em que esteve na prisão estudou sobre política, economia e técnicas de administração começou a planejar ações para enfrentar os sete anos de dificuldade.

José mandou construir celeiro para guardar a um quinto da produção de trigo e outras mercadorias produzidas no Egito durante os tempos prósperos para enfrentar os sete anos de dificuldades que viriam. Devido a José ter sido previdente o Egito se tornou poderoso e conseguiu enfrentar e até crescer na crise tornando-se assim um reino poderoso.

A história de José deve ser interpretada neste momento como sendo um sinal que devemos sempre economizar para poder enfrentar períodos de “vacas magras” como diz o ditado popular.

Assim o homem, para enfrentar os períodos difíceis e de dúvidas deve recorrer ao conceito de providência, ensinado na bíblia, para aplicá-lo na gestão financeira tanto nos negócios como na vida pessoal.

É o Senhor que faz crescer o pasto para o gado, e as plantas que o homem cultiva, para da terra tirar o alimento (Salmo 104:14)

Vamos refletir sobre isso e sucesso!

Pedro Paulo Morales é graduado em Gestão com Especialização em Controladoria, MBA em Gestão Estratégica de Pessoas e Técnico em Contabilidade. Atua também como Professor EAD e editor do Blog Falando de Gestão

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