Qual é o meu design?

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por Alice Schuch: doutora em gêneros e raças, escritora, palestrante e pesquisadora do universo feminino

Aparentemente similares, somos todas diversas, e por esse motivo cada uma de nós busca fazer a diferença, desenvolver o próprio design.

Nosso projeto é sempre digno (superior, alto), mas contém em si riscos, pois, como refere Meneghetti: “ser ninguém além de si mesmo, num mundo globalizado que tudo faz para tornar-nos todos iguais, significa lutar a batalha mais difícil que qualquer ser humano pode enfrentar”.

Existem duas espécies de fins: aquele que o sujeito decide e aquele que o sujeito é. Indefesos ao nascer, para chegar a determinados fins precisamos desenvolver capacidades e meios. Algumas pessoas buscam o design intrínseco de evolução e consideram conveniente tudo aquilo que é útil e funcional ao escopo almejado.

“Esta é a verdadeira alegria da vida, ser útil a um propósito que você reconhece como grande”, escreveu Bernard Shaw. Poder-se-ia então afirmar que sinto satisfação quando caminho em consonância meu projeto e ainda que a esta grandeza referida por Shaw seria subjetiva, pessoal e única.

Certamente existem momentos em que é preciso eleger meios que nos fazem sair da zona de conforto e tentar aquela estrada na qual vislumbramos uma possibilidade, mesmo que remota de alcançar aquele fim que é o nosso e as mulheres inteligentes não devem furtar-se, pois, a dor, o sacrifício e o estresse são a natural fadiga de construir-se.

O sentido de todo esse discurso em tempo do Neofeminino é aquele de convidar as mulheres do Século XXI amar o design pessoal, pois conforme lê-se em entrevista da Performance Líder: “tudo é relativo exceto aquilo que você é, que há um só e dali se conclui e se abre toda a eternidade”.

Então, buscar aqueles meios que fazem ótimo o fim, servindo com competência e alegria o design que você percebe ser o seu.

Ao sucesso!

 

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