Especialista afirma porque os bons funcionários pedem demissão durante a pandemia

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VICTOR IBIAPINA

Victor Ibiapina: sócio-diretor da Vivaz Soluções em RH Foto: Divulgação

Sobrecarga de trabalho estão entre uns dos motivos para pedido de demissão

Com o cenário dos negócios em alerta causado pelos transtornos da pandemia, as empresas têm outra inquietação e ainda maior, além do formato de trabalho, atendimento virtual e remoto, o pedido de demissão de bons funcionários tem sido frequente nas médias e grandes organizações.

Mantê-los é uma tarefa árdua, e mesmo em tempos de crise, profissionais que se destacam em suas áreas ainda possuem uma boa quantidade de opções e possibilidades. A saída desses funcionários costuma trazer custos relevantes para uma empresa,  como pagamento de rescisão, treinamento de um novo colaborador e atraso de projetos em andamento, são alguns dos gastos diretos que são gerados com um desligamento.

Os principais motivos, para o sócio-diretor da Vivaz Soluções em RH, Victor Ibiapina, é a falta de motivação e a sobrecarga de trabalho. “Falta de estímulo, de motivação, de perspectiva e sobrecarga de trabalho, enfim, a lista de problemas é bem extensa. E mais, na grande maioria, são falhas geradas por chefes ou líderes na gestão desses profissionais”, completa Victor.

“Mesmo durante a pandemia, ainda é considerável a quantidade de pedidos de demissão, como também, os processos de seleções para algumas áreas. “Tem sido quase que unânime os relatos dos profissionais quando questionam o motivo da saída, eles não deixam o posto de trabalho, eles deixam seus chefes. A metodologia, formato e planejamento pode ser um dos canais de interferência para tal pedido de demissão”, afirma o sócio-diretor.

“Abaixo, cito alguns dos motivos pelo os quais bons profissionais deixam as empresas, entre eles, devido a processos muito engessados; profissionais sobrecarregados; clima organizacional não está bom; a organização não abrange um plano de carreira; falta de crescimento profissional; ineficiência do gestor e a empresa não reconhece conquistas/realizações”, finaliza Victor Ibiapina.

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