Entra em votação no site do Senado proposta que prevê regulamentação do coaching e criação de conselho federal para a profissão

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Realizada em formato de ideia legislativa, proposição busca alcançar 20 mil apoios para chegar à Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH)

São Paulo,  junho de 2019 – Com o intuito de estabelecer parâmetros para o exercício da profissão, exigir procedimentos éticos e defender os interesses dos milhares de coaches brasileiros, que atuam com profissionalismo, responsabilidade e apresentação de resultados usando técnicas, modelos e metodologia cientificamente comprovados, o empresário paulista Villela da Matta encaminhou ao Senado uma ideia legislativa para que a profissão seja regulamentada e além disso, seja criado um Conselho Federal de Coaching.

Existente desde a década de 1960 no campo pessoal e desde a década de 1980 no campo corporativo, estima-se que existam no mercado brasileiro entre 70 e 100 mil coaches atuantes atualmente. É uma profissão consolidada e que vem causando impactos consideráveis na populações e empresas brasileiras.

Responsável por trazer o coaching para o Brasil, Villela decidiu usar seu direito de cidadão para fazer uma proposta de regulamentação e criação de um Conselho Federal de Coaching que dê mais credibilidade e qualidade à profissão, estabelecendo padrões mínimos de formação e definição de um código de ética. “A segurança do público consumidor também é um dos principais benefícios, já que ele terá certeza que o profissional que está contratando detém qualificações mínimas. Outro ponto importante é a fiscalização e coibição de práticas danosas aos consumidores e à reputação do coaching”, pontua.

A proposta do empresário faz parte de uma modalidade aberta a qualquer cidadão brasileiro. Chamada de ideia legislativa, ela é um instrumento onde qualquer pessoa pode enviar sugestões para criar novas leis ou alterar as existentes, sem limite de quantidade. Basta atender aos termos de uso. Aprovadas por este critério, elas têm 4 meses para conquistar 20 mil apoios e então seguirem para a CDH (Comissão de Direitos Humanos e Participação Legislativa). “É um processo democrático e transparente. Quando a ideia atinge os 20 mil apoios ela passa a ter um histório online que pode ser consultado por qualquer um. Espero conseguir estes apoios o quanto antes, para que o Senado possa dar início a todo o processo necessário para a execução desta proposta”.

Caso a proposta atinja os 20 mil apoios e tramite para um projeto de lei, toda a autoria e desenvolvimento do seu conteúdo caberá à comissão competente no Senado, sem qualquer influência ou envolvimento do proponente original.

Para quem quiser apoiar, bastar acessar este link e fazer login no site do Senado para votar. O login pode ser feito através do Facebook ou com o fornecimento de um email. O site também dá a opção de compartilhar a proposta com amigos, familiares e conhecidos para facilitar a divulgação da ideia a mais cidadãos.

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