Cerveja Proibida: Muita Festa por nada

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São Paulo- novembro 2015- Quem não se lembra do lançamento da Cerveja Proibida com duas moças, uma loira e uma morena, conhecidas como as “tchecas”, anunciando uma nova cerveja que talvez muitas pessoas tenham pensado que se tratava de uma nova marca de cervejarias como Ambev, da Schincariol ou até do Grupo Petrópolis.

Passado um ano e meio do lançamento que permitiu com que o público só falasse na cerveja as coisas não saíram como se planejava, hoje a Cerveja Proibida apenas em algo como 0,05% do mercado distribuindo seu produto para 20 cidades em cinco estados brasileiros

Situação delicada

A Companhia Brasileira de Bebidas Premium (CBBP) está em uma situação delicada. Com um investimento de 100 milhões de reais parte financiado pelo BNDES e pelo Banco do Nordeste e outra parte com recursos de João Carlos Noronha, atual dono da CBBP e herdeiro do grupo pernambucano João Santos, dono da Cimentos Nassau entre outras empresas parece que está tendo dificuldades para distribuir seu produto.

Na realidade foi muita festa por nada, a empresa não estava estruturada para tamanho sucesso que foi seu lançamento, na hora de vender não havia produto. Hoje A CBBP tem uma fábrica no Ceará que está em obras, não produz a cerveja, somente envaza, compra um concentrado de pequenas cervejarias, como a D’Ávila, do interior da Bahia, e depois adiciona água e gás carbônico.

Contenção de Custos

A cervejaria esta as voltas com um projeto de redução de custos onde ela tem reduzido o número de vendedores e pessoal de fábrica. O caso da cervejaria é uma lição para ser aprendida, não adianta nada fazer um “carnaval” de um lançamento de um produto se não há estrutura de produção e distribuição.

Com informações de Exame

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