Você está na categoria Artigos de Jerônimo Mendes

Qual é o caminho?

Jerônimo Mendes

Caminhante, não há caminho, faz-se o caminho ao andar. Essa frase não é minha, pertence a Antonio Machado, poeta espanhol que nasceu no século 19 e morreu na primeira metade do século 20. O que eu e ele temos em comum? O fato de ambos gostarem de poesia e de acreditarem piamente nisto: não existe caminho.

Se você tivesse absorvido – vamos chutar alto – em torno de um por cento do conhecimento disponível nos artigos, textos e livros que já passaram pelos seus olhos ou ainda nas aulas, palestras e treinamentos dos quais participou, talvez fosse o homem, ou a mulher, mais rico e inteligente do planeta.

O que está em jogo não é a leitura ou o dinheiro, mas as atitudes que você toma ou deixa de tomar depois de saber como as coisas funcionam ou, pelo menos, como funcionaram para alguns. Com tudo o que você já viu e ouviu até aqui, talvez não precisasse de mais nada, mas quando olha ao redor, ainda lhe falta alguma coisa e você começa a correr atrás de mais conhecimento. Leia Mais

Aprendendo a ser otimista

Jerônimo Mendes

Ser otimista é a coisa mais difícil do mundo ainda mais quando você cresceu em meio a inúmeras dificuldades desde criança e acabou absorvendo os mesmos modelos mentais negativos dos seus pais. Por isso, não é tão simples quebrar um padrão, remar contra a maré e mudar o discurso de uma hora para outra.

A mente humana é infestada de “nãos”. A maioria das pessoas foi acostumada a ouvir não desde que começou a entender as primeiras palavras. Não mexa! Não corra! Não grite! Posso sair? Não! Posso brincar na chuva? Não! Posso ir pra balada? Não! Posso pegar o carro? Não! Posso transar? Claro que não!

As estatísticas não mentem. São mais de cem mil “nãos” até atingir a maioridade e, assim mesmo, você continuará ouvindo “nãos” por um bom tempo. Quando não quiser mais ouvir do pai e da mãe, ouvirá do cliente, do chefe, da esposa, do marido, dos filhos e da sociedade. Leia Mais

7 passos para um feedback positivo e realista

Por Jerônimo Mendes

Feedback é uma arte que deve ser aprendida, portanto, não é hora para desabafos, troca de ofensas ou lamentações. Saiba como fazê-lo

São poucas as empresas que se preocupam com o treinamento dessa competência para melhorar o desempenho dos profissionais em cargos de liderança. Por conta disso, chefes truculentos ainda resistem e continuam fazendo estragos, desperdiçando bons profissionais e gerando ações na justiça por falta de discernimento no trato com os empregados.

Feedback é um processo de alimentação que ocorre por meio de troca de informações críticas e orientações para o alinhamento ou reposicionamento do empregado a fim de melhorar o seu desempenho na função.

leia mais

Fonte:Administradores.com

13 dicas para equilibrar o fluxo de caixa

Jerônimo Mendes

Recebo e-mails e mensagens o tempo todo com pedidos de dicas e planilhas de controle financeiro. Uso a minha planilha há mais de dez anos e disponibilizo sempre que me pedem. Nunca perdi o controle das contas embora tenha ficado sem dinheiro algumas vezes, mas isso faz parte do processo de aprendizado até a gente criar juízo ou vergonha!

Dessa forma, elaborei 13 dicas para ajudar aqueles que, no mínimo, precisam repensar a sua situação atual, reorganizar as finanças e equilibrar o seu fluxo de caixa.

Espero que você não precise disso e faça parte daquele feliz contingente de 8% de brasileiros que não tem dívidas, mas, em todo caso, aqui estão elas:

1) Mapeie suas dívidas: empréstimos, cartão de crédito, etc. para renegociar uma por uma, sem dó nem piedade; banco existe pra isso, deixe de ser orgulhoso; depois, reduza radicalmente suas despesas ao máximo que puder; Leia Mais

Diário de um empreendedor (1)

Jerônimo Mendes

Já são duas semanas sem crachá, sem renda fixa e sem vaga de garagem. A primeira foi mais difícil e dolorida. A segunda, nem tanto. Na primeira semana, você ainda se questiona se vai dar certo, o que falta, por que os clientes não te procuram ou que loucura é essa. Na segunda, você vai fazendo contatos, define melhor a agenda, fecha tudo que consegue pela frente enquanto ainda não tem a certeza de para onde vai o seu negócio.

Alguns amigos são bem incisivos: – cara, você é louco! Tem certeza de que vai trocar a velha segurança pelo risco na independência? Você trabalha numa das maiores empresas de consultoria do sul do país, já pensou nisso?

Preferi não contar ainda para minha mãe, senão, ela entra em desespero. Mãe é mãe. Se contar, já sei o que ela vai dizer: – filho, mais vale um pássaro na mão do que dois voando. É o modelo mental da sua época, não da minha, mas muita gente ainda pensa assim. E não é maldade, é o jeito de pensar e isso faz toda diferença. Leia Mais

A lógica do empreendedorismo

Jerônimo Mendes

Peter Drucker costumava dizer que empreender não é ciência nem arte, apenas uma prática. De fato, ao ler a história de empreendedores de sucesso, descobre-se que uma boa parte deles não tinha a menor ideia de onde queriam chegar. Sua única certeza era o fato de que queriam empreender de qualquer forma.

Se você leu o clássico Feitas para Durar, de James Collins e Jerry Porras, vai lembrar que das 100 empresas pesquisadas no livro, somente três iniciaram com uma ideia grandiosa: Ford, General Electric (GE) e Johnson & Johnson.

As demais empresas, portanto, 97% delas, segundo os autores, foram iniciadas por muitos empreendedores rotulados como péssimos líderes e desprovidos de qualquer senso de planejamento e gestão. Alguns eram “fora da casinha”.

Era o caso de Soichiro Honda, por exemplo, um obstinado, porém um líder de difícil relacionamento, e de Bill Hewlett e Dave Packard, fundadores da HP que iniciaram a empresa sem saber o que ela faria. Leia Mais

Um negócio incrível chamado Amazon

Jerônimo Mendes

Jeff Bezos, o fundador da Amazon, é um ano mais novo do que eu e, por várias razões, alguns bilhões de dólares no separam. Bezos era considerado uma criança inteligente. Eu também. Quando pequeno, ele levou uma chave de fenda para o quarto e desmontou o berço. Eu cansei de fazer isso com gaiolas de passarinho, toca-discos e rádios que meu pai mantinha no velho paiol nos fundos de casa.

Em 1986, depois de se formar em engenharia elétrica e ciência da computação, em Princeton, Bezos foi trabalhar na Fitel, uma start up de tecnologia de ponta em Nova York, onde construiu uma rede de computadores para comunicações financeiras.

Depois da Fitel, Bezos entrou para o Bankers Trust onde tornou-se o mais jovem vice-presidente daquela instituição financeira, em 1990. Dois anos depois, passou para a D.E. Shaw & Co. onde tornou-se também o vice-presidente. Leia Mais