A inovação como ferramenta de crescimento nas organizações

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Uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostrou que seis em cada dez líderes empresariais que comandam negócios inovadores consideram que o grau de inovação no Brasil é insuficiente. De 100 executivos ouvidos, 54% responderam que o grau de inovação é baixo, 8% muito baixo e apenas 3% que é alto. A pesquisa, que é de 2015, é uma das fontes mais atualizadas do assunto.
Uma das conclusões a que se pode chegar é a falta da cultura da inovação nas empresas. Ainda no levantamento, os empresários elencaram algumas situações que contribuem para esse quadro, dentre elas: a falta de políticas de incentivo, a dificuldade de interação entre empresas e universidades e o baixo nível da educação dos profissionais. “A tecnologia no dia a dia das empresas e a conectividade são plataformas que colaboram com o ambiente inovador. Há mais elementos, como o investimento em desenvolvimento, pesquisa, na capacitação profissional, entre outros, que contam com a tecnologia como parceira”, diz Ricardo Montanher, diretor de vendas da Horizons Telecom.

No Brasil, as empresas que investem em inovação deslocam até 5% do seu orçamento para esse fim. É um percentual baixo em comparação a outros países, com economias bastante inovadoras. Mas, é um patamar aceitável, tendo em vista a crise econômica dos últimos anos.

Segundo Montanher para inovar, as organizações precisam criar cenários internos e externos para estimular a criatividade. Essas iniciativas podem ser saudáveis e estimulantes para os colaboradores e as novas gerações. O sucesso está ligado com o desentrave dos processos criativos e a organização das ideias que surjam de forma concreta. “Para isso, a comunicação deve ser clara, com a criação de uma plataforma que defina os objetivos, os mercados a serem atingidos, tecnologias disponíveis e outras informações”, complementa.

Para inovar é preciso de tempo. Por isso, as empresas buscam otimizar o tempo dos seus colaboradores, conforme o perfil de cada negócio. As opções são de tempo indeterminado (cada um escolhe como será), estimulado (o tempo definido pelo empregado é valorizado pela empresa), determinado (a companhia cria momentos para sua equipe) e definido (uma porcentagem do tempo de trabalho é dedicado aos projetos de inovação). “A gestão também está ligada ao controle de atividades, por isso é importante mensurar o investimento e o resultado. Com isso será possível aperfeiçoar a política e a cultura interna. E parte desse processo é o reconhecimento, que estimulam os funcionários a seguirem inovando”, diz Montanher.

A Bloomberg divulgou no início do ano o ranking com as economias mais inovadoras do mundo e os dez países mais bem classificados foram em ordem: Coreia do Sul, Suécia, Alemanha, Suíça, Finlândia, Cingapura, Japão Dinamarca, Estados Unidos e Israel. A pesquisa usa uma metodologia com sete fatores: dinheiro gasto em pesquisa e desenvolvimento, valor agregado adicionado a produção, produtividade, pesquisa cientifica, eficiência do setor terciário, concentração de alta tecnologia na empresa publica e registro de patente. O ranking analisou 200 economias, porém somente 78 países forneceram informações e 50 deles foram mapeados no ranking de economias mais inovadoras.

Sobre a Horizons Telecom – A Horizons Telecom é uma operadora de telecomunicações, provendo serviços de conectividade, Internet e telefonia, criada pelo empresário Haroldo Jacobovicz. Com redes de fibra óptica de alta confiabilidade e disponibilidade, a Horizons disponibiliza links dedicados de 5 Mbps até 1 Gpbs, proporcionando comunicação rápida e segura. Esses e outros serviços da Horizons contam com o suporte técnico especializado 24 horas por dia, sete dias por semana. Atua nas cidades de Curitiba/PR (matriz), Barueri/SP, São José dos Campos/SP, Osasco/SP e Mauá/SP. Mais informações: www.horizontelecom.com.

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